terça-feira, 5 de abril de 2011

TVCRC - Palestra sobre DIRF e DMED


Palestra sobre DIRF e DMED com o Auditor Fiscal da Receita Federal do Brasil, Leônidas Quaresma, realizada no Sindicont-Rio, em fevereiro de 2011.


TVCRC - O Canal da Contabilidade 24h no Ar

Operação “Dejavu” – Combate ao desvio de recursos públicos federais destinados à saúde e segurança pública. Ação ocorre no Paraná, Distrito Federal, Mato Grosso e Acre.

Operação conjunta da Controladoria Geral da União, da Polícia Federal, da Receita Federal e do Ministério Público Federal, desencadeada hoje (05), conta com a participação de cerca de 180 servidores públicos e cumpre em Curitiba, cidades do oeste paranaense, Brasília, Cuiabá e Rio Branco 30 (trinta) Mandados de Busca e Apreensão e 15 (quinze) Mandados de Prisão expedidos pela Justiça Federal de Curitiba.

A Receita Federal atuou com o objetivo de identificar o destino dado aos recursos desviados, o enriquecimento ilícito dos envolvidos, a comprovação de esquemas de lavagem de dinheiro e a constatação de sonegação de impostos e contribuições federais.

Os recursos do Governo Federal eram destinados a duas OSCIPs do Paraná. Uma OSCIP - Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, é uma organização não governamental criada por iniciativa privada, sem fins lucrativos, que obtém um certificado emitido pelo poder público federal quando comprovados o cumprimento de requisitos estabelecidos em lei. Em contrapartida, estas organizações podem celebrar com o poder público os chamados termos de parceria para a realização de serviços. No caso investigado foram realizados contratos com dezenas de prefeituras, principalmente no Paraná, cujos valores de verbas federais vinculados às áreas da saúde e da segurança pública supostamente teriam sido desviados pelos envolvidos.

As duas Organizações envolvidas no esquema investigado simulavam despesas com consultorias e contratação de prestações de serviço para se apropriarem dos recursos públicos. Os contratos eram celebrados com empresas relacionadas às OSCIP, por exemplo, pertencentes a própria família dos dirigentes. Há indícios de que pelo menos uma contratação de consultoria foi realizada com envolvimento de um agente público federal. São também investigados indícios de falsificação de contratos, simulação de licitações, emissão e utilização de notas fiscais inidôneas, superfaturamento de serviços médicos, cobrança de valores excessivos a título de taxa de administração e aquisição de material para as próprias entidades com recursos federais.

Um ano depois

A operação “Dejavu” ocorre um ano após investigação semelhante, também conjunta entre órgãos Federais, denominada Operação Parceria. Na ocasião outra OSCIP, estabelecida em Curitiba, com ramificações em Londrina e no Maranhão, foi investigada por desvios de recursos públicos Federais destinados à saúde.

Com a operação de hoje os órgãos Federais poderão calcular o montante dos recursos desviados desde de 2005 e impedir a continuidade da fraude. Conforme indícios reunidos durante a investigação, as duas OSCIP firmaram contratos de parceria com dezenas de municípios do Paraná, totalizando mais R$ 96 milhões, a maior parte vinculada à área da saúde. Além destes convênios identificou-se outra parceria com o Estado do Acre, no valor de R$ 8 milhões.

Entrevista Coletiva.

O Delegado da Receita Federal em Curitiba participará de coletiva à imprensa, na sede da Superintendência da Policia Federal no Bairro Santa Cândida, juntamente com representantes dos demais órgãos, prevista para as 11 horas de hoje (05).

Fonte: Receita Federal do Brasil

Receita aperfeiçoa "armas" para cruzar dados e pegar sonegador


Fisco recebe informações sobre transações bancárias, imobiliárias e com cartões de crédito

A cada ano, arsenal do fisco contra sonegação ganha novas "armas'; chance de fraude ser descoberta é grande

A Receita Federal dispõe de um sofisticado sistema eletrônico que permite cruzar as informações prestadas pelos contribuintes na declaração do Imposto de Renda.

Uma vez recebidos, esses dados são cruzados com aqueles armazenados nos computadores da Receita. Esse sistema é abastecido por diversas declarações exigidas de empresas e de outros órgãos públicos e privados.

A cada ano, esses sistemas são aperfeiçoados visando evitar a sonegação.

Para este ano, a nova "arma" será a Dmed -a declaração fornecida pelas prestadoras de serviços de saúde e operadoras de planos privados de assistência à saúde.

Mas as "armas" criadas em anos anteriores continuam em pleno funcionamento.

Uma delas é a Dimof (Declaração de Informações sobre Movimentação Financeira), com os dados sobre as operações efetuadas pelos clientes de bancos.

As instituições informam ao fisco as transações dos clientes acima de R$ 5.000 por semestre -R$ 833 por mês. Para empresas, o limite é de R$ 10 mil por semestre.

Outra "arma" do fisco é a Dimob (Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias), entregue, entre outros, pelas construtoras, pelas incorporadoras e pelas imobiliárias.

Com ela, a Receita sabe quem comprou e quem vendeu imóveis, a data e o valor da transação e a comissão paga ao corretor (se for o caso). Os dados são usados para detectar se há divergência entre as informações fornecidas pelos contribuintes.

Também para evitar a sonegação com imóveis, foi criada a DOI (Declaração sobre Operações Imobiliárias).

Ela tem de ser entregue pelos serventuários da Justiça responsáveis por cartórios de notas, de registro de imóveis e de títulos e documentos, informando os valores de todos os negócios registrados.

Outra "arma" é a Decred (Declaração de Operações com Cartão de Crédito).

Por ela, as administradoras de cartões informam ao fisco, semestralmente, as operações feitas com cartão de crédito que excedem R$ 5.000 mensais (pessoas físicas) e R$ 10 mil (empresas).

A intenção é identificar quem gasta mais do que permite a renda declarada, bem como as lojas que vendem pelo cartão de crédito, mas não emitem nota fiscal para pagar menos tributos.


Recibo de Entrega será impresso em duas vias, uma sem o número


A partir deste ano, o Recibo de Entrega das declarações será impresso em duas vias. O número do recibo estará na segunda via.

Segundo o supervisor nacional do IR, Joaquim Adir, essa novidade visa dar mais segurança aos contribuintes.

Essa via sem número deverá ser usada quando o contribuinte for, por exemplo, pedir empréstimo em banco e tiver de comprovar que trabalha, tem renda e entregou a declaração à Receita.

Com apenas uma via do recibo e numerada, como ocorreu até o ano passado, o contribuinte teria de tirar uma cópia do recibo e rasurar o número se tivesse de comprovar renda e provar que fez a declaração. Daí a alteração.

Fonte: SiteContábil (Panorama Contábil)

Empresas têm até o dia 15 para ter acesso a procedimentos sobre pagamento de tributos incluídos na Lei 11.941/2009

Agência Brasil

O Ministério da Fazenda liberou na internet o acesso aos procedimentos que irão permitir que empresas que optaram, entre 17 de agosto e 30 de novembro de 2009, pelo pagamento à vista de impostos atrasados utilizem os créditos de Prejuízo Fiscal ou de Base Negativa da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) incluídos no parcelamento de tributos regulamentado pela Lei 11.941/2009 .

Os interessados devem acessar de hoje (4) até o dia 15 de abril na internet os sites da Receita Federal e da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional.

Segundo a Receita Federal, no período de agosto a novembro de 2009, foram formalizadas 2,5 mil opções para essa modalidade. Um tutorial está disponível tanto no site da Receita Federal quanto no da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional com um passo a passo orientando o contribuinte.

A Receita alerta que os procedimentos deverão ser feitos, exclusivamente, nos sites da Receita Federal e da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional até as 21h do dia 15 de abril de 2011.

Daniel Lima

Fonte: Fenacon

Começa em maio intimação eletrônica de contribuinte

Valor Econômico

Laura Ignacio

A intimação eletrônica dos contribuintes que discutem multas com o Fisco paulista começa a ser feita a partir do dia 4 de maio. Apesar de a resolução da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo, que criou a novidade, ter entrado em vigor na data de sua publicação, as intimações passam a ser eletrônicas a partir do mês que vem. Ainda assim, os advogados afirmam ter pouco tempo para se adaptar à nova realidade. A seccional paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP) cogita pedir um período de transição para isso.

Com o diário eletrônico, os acórdãos do Tribunal de Impostos e Taxas (TIT) paulista passam a ser publicados no site da Fazenda (www.fazenda.sp.gov.br) à meia-noite e um minuto, quando começa a contar o prazo para quem quer recorrer. Segundo o presidente da comissão de direito tributário da OAB-SP, Antônio Carlos Rodrigues do Amaral, antes, as decisões demoravam até seis meses para serem publicadas. "Agora, isso passa a acontecer praticamente em 24 horas", comenta. Por isso, o advogado defende um período de transição. "Para a eficiência do sistema sem injustiça fiscal o ideal é que o prazo para recorrer comece a correr 20 ou 15 dias após a publicação."

Tornar o processo administrativo eletrônico é positivo para a maioria dos especialistas, mas todos argumentam também que as mudanças devem ser compatíveis com a realidade. Desde novembro de 2010, os acórdãos do tribunal são digitalizados. Porém, a Fazenda ainda não digitalizou seu arquivo de acórdãos. "Isso dificulta a pesquisa de decisões em sentido contrário, que são a base para que os advogados possam recorrer", diz Amaral.

Para a advogada e conselheira do tribunal Vanessa Pereira Rodrigues Domene, há o receio entre os advogados da perda de prazo para recorrer. "Apesar do diário eletrônico ser o primeiro passo para o processo eletrônico, a mudança a partir de 4 de maio é muito drástica", afirma.

O diretor jurídico da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Hélcio Honda, defende que o processo adminstrativo eletrônico é inevitável, como aconteceu em relação à nota fiscal eletrônica. "Na época, reclamavam que nem todos tinham sistema para tal procedimento, no entanto todos se adaptaram", afirma. O advogado lembra ainda que a Fazenda paulista vem publicando a Resolução 20, todos os dias, no Diário Oficial do Estado, para alertar os contribuintes sobre a mudança.

Fonte: Fenacon

segunda-feira, 4 de abril de 2011

IRPF 2011: 5,7 milhões de contribuintes já entregaram a declaração

A Receita Federal recebeu até as 10 horas de hoje (4) 5,7 milhões de declarações do Imposto de Renda da Pessoa Física 2011 (ano-base) 2010. No mesmo período do ano assado 5,9 milhões de contribuintes já haviam prestado contas à Receita.

A expectativa da Receita é que cerca de 24 milhões de contribuintes prestem contas este ano. O prazo de entrega termina dia 29 de abril.

A Receita alerta para o risco de as pessoas deixarem para enviar a declaração nos últimos dias, muitos contribuintes podem encontrar dificuldades devido ao acumulo de acessos ao endereço da Receita.

O contribuinte que perder o prazo de entrega pagará a multa mínima de R$ 165,74, ou a máxima, de 20% do imposto devido.

Assessoria de Comunicação Social - Ascom/RFB

Fonte: Receita FEderal do Brasil

sábado, 2 de abril de 2011

GUIA DO IMPOSTO DE RENDA

Neste ano Receita amplia o controle sobre as despesas médicas e os pagamentos de aluguel.

Mudanças fecham brechas para sonegar

Principal alvo da Receita neste ano são os contribuintes que têm despesas médicas e os que recebem aluguéis

Fisco cruzará valores para checar se os contribuintes declaram corretamente o que pagam e o que recebem

Nos próximos 32 dias, cerca de 20 milhões de contribuintes terão de entregar a declaração do IR deste ano à Receita Federal.

Como fez em anos anteriores, a Receita promoveu algumas modificações no programa da declaração com o objetivo de fechar eventuais brechas ainda usadas por sonegadores e de reduzir o número de declarantes.

Para este ano, são esperados 24 milhões de declarações -em 2009, foram entregues 25,57 milhões; no ano passado, 24,68 milhões.

A redução para 24 milhões neste ano só será possível graças à mudança que prevê limites diferentes de isenção e de obrigatoriedade de entrega (leia texto na pág. B5).

A mudança feita pela Receita requer atenção dos contribuintes que ganharam, em 2010, até R$ 22.487,25. É que, neste ano, o valor-limite que obriga alguém a declarar não será o mesmo do limite de isenção da tabela anual para calcular o imposto (R$ 17.989,80).

Assim, quem ganhou até R$ 22.487,25, mas teve imposto retido na fonte, só receberá a restituição se tiver enviado a declaração.

Com essa mudança, a Receita espera reduzir em até 1,5 milhão o número de declarações entregues.

Outra mudança visa acabar com as deduções indevidas feitas pelos contribuintes que têm despesas médicas.

Para tanto, foi criada a Dmed (Declaração de Serviços Médicos e de Saúde), entregue pelas prestadoras de serviços de saúde e pelas operadoras de planos privados de assistência à saúde.

A primeira Dmed, com os dados de 2010, foi entregue à Receita no início deste ano. Com ela, além de apertar o cerco aos sonegadores, o fisco quer reduzir o número de declarações retidas na malha fina (leia texto abaixo).

Os contribuintes que recebem aluguéis de imóveis também estarão na mira do leão, especialmente aqueles que pagam comissões a imobiliárias e a administradoras (leia texto abaixo).

HOMOAFETIVOS

A partir deste ano, os casais homoafetivos em união estável poderão incluir o(a) companheiro(a) como dependente na declaração (leia texto na pág. B4).

Até o ano passado, apenas companheiros do sexo oposto podiam ser considerados dependentes.

Outra mudança reduzirá a tributação dos rendimentos recebidos acumuladamente. Agora, quem receber de uma só vez rendimentos referentes a diversos meses (por exemplo, aposentadoria ou salário), obtidos após ações judiciais, pagará menos imposto (leia texto na pág. B4).

VALE O PASSADO

O contribuinte precisa ficar atento porque algumas regras de anos anteriores valerão para sempre.

É esse o caso da obrigatoriedade de indicar o CPF dos dependentes maiores de 18 anos, da imposição de multa para quem lançar despesa que não puder ser comprovada (no caso de ser chamado pela Receita -leia texto na pág. B5) e da inclusão da ficha Alimentandos, vinculando-a à ficha Pagamentos e doações efetuados.

Nesta e nas páginas seguintes, o contribuinte encontra as principais dicas para declarar e também para evitar que a declaração fique retida na malha fina.

Marcos Cézari

Leão aperta controle sobre despesas médicas e aluguéis

Objetivo é evitar a sonegação e reduzir o número de declarações retidas na malha

Nos últimos anos, a Receita vem promovendo mudanças no programa para a declaração do IR com o objetivo de evitar a sonegação.

Neste ano, continua o cerco aos contribuintes que tentam obter vantagem financeira ao declarar. O alvo são as despesas médicas e os recebimentos de aluguéis.

Para acabar com as deduções indevidas feitas por contribuintes que têm despesas com saúde, foi criada a Dmed (Declaração de Serviços Médicos e de Saúde).

Nela, as prestadoras de serviços de saúde e as operadoras de planos privados de assistência à saúde informam à Receita os pagamentos recebidos dos clientes.

Com essas informações, será mais fácil apanhar os contribuintes que costumam "aumentar" o valor dos recibos para pagar menos ou aumentar a restituição.

Diante de alguma divergência, a Receita reterá a declaração e chamará o contribuinte para comprovar se ele realmente gastou o valor indicado na declaração.

Por isso, a partir deste ano, o contribuinte precisa ficar atento. Se declarar um valor maior do que aquele que gastou ou se informar uma despesa inexistente, a declaração ficará retida pela malha.

ALUGUÉIS

A Receita também decidiu ter maior controle sobre o pagamento e o recebimento de aluguéis de imóveis.

No caso dos inquilinos (quem paga o aluguel), não há novidade. O valor pago será informado na ficha Pagamentos e doações efetuados (código 70), com nome e CPF/CNPJ do locador (proprietário) e o valor total.

Se o dono do imóvel recebeu o dinheiro direto do inquilino, apenas informará, na ficha Rendimentos recebidos de PF e do exterior pelo titular, na coluna Rendimentos/PF, os valores mês a mês.

Para os casos em que o aluguel é pago através de imobiliárias/administradoras, foi criado um código (71) para o pagamento de comissões.

Nesse caso, o dono do imóvel terá de excluir da coluna Rendimentos/PF o que pagou a cada mês como comissão à imobiliária/administradora (até 2010, o dono do imóvel lançava o valor líquido, sem a comissão; como o inquilino lançava o valor total pago, a divergência deixava o dono na malha fina).

Os valores mensais serão somados e lançados na ficha Pagamentos e doações efetuados (código 71). Com essas informações, o fisco terá maior controle sobre proprietários, inquilinos e imobiliárias/administradoras.

SAIBA MAIS: Era digital leva Receita a acabar com formulários

A internet levou a Receita a acabar com as declarações em formulários impressos. Assim, pela primeira vez, a entrega será feita apenas pela internet.

Segundo o supervisor nacional do IR, Joaquim Adir, os declarantes que ainda usaram papel em 2010 (menos de 70 mil) cometeram muitos erros.

Segundo Adir, a maior parte das declarações em formulário foi entregue sem informações básicas, como a data de nascimento do contribuinte ou de seus dependentes.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Nova tabela do IR: confira os impactos da mudança no seu bolso


SÃO PAULO - Apesar de produzir efeito desde o início do ano, segundo a Receita Federal, a nova tabela do IR vai ser sentida no bolso do trabalhador brasileiro a partir de agora, quando os descontos no salário passam a acontecer de acordo com as faixas reajustadas em 4,5%.

A mudança consta em Medida Provisória publicada na última segunda-feira (28), no DOU (Diário Oficial da União), que estabelece a correção da tabela em 4,5% até o ano-calendário de 2014.

Nova tabela

O reajuste da tabela só não beneficia quem já era isento, pois mesmo quem não mudar de faixa de tributação ganha com o aumento da parcela a deduzir. Mas do que se trata esta parcela?

Por exemplo, se você possui uma renda tributável de R$ 2.500, de acordo com a tabela 2010, está enquadrado na segunda faixa de tributação e paga 15% de imposto (ou R$ 375), mas, como tem uma parcela a deduzir de R$ 280,94, acaba recolhendo R$ 94,06 de imposto (ou 15% de R$ 2.500 - R$ 280,94). Contudo, com a nova tabela, você continua recolhendo com a mesma alíquota de 15%, mas poderá deduzir R$ 293,58, de forma que pagará menos imposto no mês, R$ 81,42. Na prática, uma economia de R$ 12,64 por mês. Confira como fica a tabela para o ano-calendário 2011 e como era em 2010:


Para o IRPF 2011, cuja temporada termina em 29 de abril, a tabela válida é ainda a referente ao ano-calendário de 2010, com a isenção para rendimentos abaixo de R$ 1.499,15 mensais.

Devem ficar atentos à entrega do documento os contribuintes que, durante o ano de 2010, tiveram rendimentos brutos tributáveis superiores a R$ 22.487,25 ou rendimentos não-tributáveis, tributados e isentos acima de R$ 40 mil.

Patricia Alves

Fonte: Site Contábil

NF-e: modelo 2.0 entra em vigor nesta sexta-feira

SÃO PAULO – A partir desta sexta-feira (1), as empresas que utilizam a NF-e (Nota Fiscal Eletrônica) modelo 1.10 estão obrigadas a migrar para o modelo 2.0.

De acordo com a Sefaz-SP (Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo), os contribuintes credenciados tinham até a última quinta-feira (31) para atualizar o software emissor, porque, após esta data, os documentos fiscais eletrônicos emitidos na versão anterior (1.10) não serão mais aceitos. As empresas que não adaptarem seus sistemas poderão ter interrupções de faturamento.

O diretor acadêmico da ENC (Escola de Negócios Contábeis), Roberto Dias Duarte, explica que quem não fizer esta mudança pode ser legalmente de fazer transações. Ele acrescenta que as transações feitas pela versão anterior da nota fiscal serão consideradas irregulares, porque não será possível a emissão dos documentos fiscais.

Sobre o novo modelo

A versão 2.0 da NF-e conta com novas validações e novos campos para preenchimento, que estão detalhados no Manual de Integração Contribuinte Versão 4.0.1- NT2009.006.

O download da versão 2.0 é gratuito para os contribuintes que utilizam o programa emissor disponibilizado pela Sefaz. No caso de São Paulo, as instruções de instalação estão disponíveis no site da própria secretaria (http://www.emissornfe.fazenda.sp.gov.br/).

NF-e

O projeto nota fiscal eletrônica é coordenado pelo Encat (Encontro Nacional dos Administradores e Coordenadores Tributários Estaduais) e está sendo implantado pelas Secretarias da Fazenda de todos estados brasileiros.

O envio da NF-e é obrigatório para alguns tipos de empresas, como distribuidores de cigarros, importadores de automóveis e fabricantes de cosméticos.

A Secretaria da Fazenda afirma que a NF-e, além de reduzir os custos com a aquisição de papel, estoque, armazenagem e planejamento de logística para o recebimento das mercadorias e diminuir erros com redigitação, moderniza a fiscalização sobre os estabelecimentos.

O sistema permite ao Fisco um controle eletrônico e em tempo real, dificulta a sonegação, além de contribuir para o incremento da arrecadação do ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços).

Empresas

O procedimento para emissão da NF-e exige dos estabelecimentos acesso à internet, certificação digital (assinatura digital que pode ser adquirida nas autoridades certificadoras credenciadas no ITI - Instituto de Tecnologia da Informação) e um sistema de gerenciamento de emissão de documento fiscal em formato eletrônico.

A Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo oferece em seu site um sistema de gerenciamento gratuito, que já é utilizado por cerca de 55% dos estabelecimentos emissores de NF-e no estado de São Paulo.

Karla Santana Mamona

Fonte: Site Contábil

Como indicar conta conjunta na declaração de IR?

SÃO PAULO - Para receber a restituição do imposto de renda ou no caso de imposto a pagar em débito automático, o contribuinte precisa colocar, na declaração, suas informações bancárias. Uma dúvida, neste sentido, é: e quando a conta for conjunto, como declarar?

Segundo especialistas do DeclareCerto IOB, ambos os contribuintes podem indicar a conta bancária conjunta para o recebimento da restituição ou para o pagamento do imposto.

“Entretanto, salientamos que não é permitida a indicação de conta de terceiros alheios aos informados na declaração, sob pena de caracterização de desvio de recursos públicos, que obriga a instituição financeira responsável à entrega dos valores ao legítimo credor ou sua devolução ao Tesouro Nacional, acrescidos dos juros legais, sem prejuízo da imposição das demais sanções cabíveis”.

Como informar

Os dados bancários aparecem no Resumo da Declaração e, na hora de declarar, os campos referentes a banco, agência e conta para crédito/débito devem ser preenchidos da seguinte maneira, conforme indica o próprio programa da declaração:

Banco: preencha com três algarismos o código do banco localizado no Brasil onde deseja receber a restituição ou debitar as quotas. O próprio programa apresenta a relação de bancos autorizados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil a efetuar restituição ou a receber o pagamento; selecione o código do banco desejado.

Agência (sem DV): preencha o campo com código da agência, sem o dígito verificador (DV), referente ao banco, localizado no Brasil, indicado acima.

Conta e DV: informe o número da conta-corrente ou de poupança de sua titularidade (individual ou conjunta), indicando inclusive o dígito verificador (DV).

Patricia Alves

Fonte: Site Contábil

Saiba como é cobrada a multa para quem entrega com atraso

A multa para o contribuinte que entregar a declaração com atraso é de 1% ao mês sobre o imposto devido. A multa mínima é de R$ 165,74; a máxima, de 20%. Se não houver imposto devido, a multa é de R$ 165,74.

Mesmo que o imposto devido já tenha sido pago em 2010, é sobre ele que incidirá a multa. Assim, quem tem IR devido de até R$ 16.574 (ganho anual de cerca de R$ 96 mil) pagará R$ 165,74 (o 1% do imposto devido). Se o imposto devido for de R$ 20 mil, a multa será de R$ 200.

Esses valores são para quem entregar a declaração entre 2 e 31 de maio (nos dias 30 e 31 deste mês e 1º de maio o sistema fica fora do ar, uma vez que a Receita precisa trocar o programa para receber as declarações entregues com atraso). Se a entrega for feita em junho, a multa dobra, e assim sucessivamente.

Fonte: Site Contábil

NESTA SEXTA FEIRA (01/04/2011) NO SWING CLUBE, " UMA NOITE ÁRABE - A FESTA "





E no palco do Swing Club: Samáh, uma star...Bailarina profissional da Dança do Ventre com

Formação no Egito, direto de São Paulo.

E NO ENBALO DA NOITE BANDA SWING MANIA,

E NA BOATE MAMUTE HALLS DJ TIAGO ALBUQUERQUE

Ingresso antecipado: R$ 15,00

Garanta Ja O Seu !

Tarauacá Futebol Clube - Vicente Nery...

Imagem do blog Tarauacanoticias

Acesse o blog:

É possível ter um emprego e administrar uma empresa ao mesmo tempo?

Consultora analisa que foco e organização são segredos para ter êxito ao conciliar cargo em empresa e empreendedorismo.

Encontrar tempo para conciliar uma atividade profissional com estudos e lazer é um grande desafio para milhões de brasileiros. E quando se trata de tempo para conciliar um trabalho como empregado e a gestão de um empreendimento simultaneamente? Aí o contexto inspira ainda mais atenção.

Para a diretora da empresa Human Value Consultoria, Treinamento e Desenvolvimento, Meiry Kamia, antes de pensar em administrar um negócio próprio paralelamente a uma atividade como funcionário, o profissional deve ter em mente aonde ele quer chegar. “Porque só dessa forma é que ele conseguirá dimensionar até onde sua empresa poderá ir, quanto tempo dedicar, quais suas metas, objetivos e quanto de tempo e recursos a corporação vai absorver”, explica.

Mesmo que o negócio próprio seja visto por muitos como possibilidade direta de incrementar a renda e melhorar o orçamento pessoal ou familiar, a consultora recomenda que o lado financeiro não seja o primeiro aspecto a ser levado em conta na hora de abrir um negócio que será administrado paralelamente a uma atividade profissional. “Quando você coloca a condição financeira acima de todos os outros aspectos, não consegue fazer boas escolhas na gestão do tempo, na organização de uma equipe, se perdendo em questões mais operacionais”, alerta Meiry.

Dentro desse planejamento inicial da empresa, devem constar questões sobre perspectiva de crescimento, tempo que será dedicado ao empreendimento e prioridades. “Pode-se chegar em um ponto em que a pessoa ficará exausta e, se não for um negócio que proporcione satisfação e que tenha relação direta com o projeto de futuro dessa pessoa, dificilmente a administração do projeto será compatível com sua rotina”, destaca.

Além disso, cada caso conta com suas particularidades, lembra Meiry. “Existem casos de empresas que demandam atividade exclusiva do funcionário ou que requerem tanto tempo que inviabilizam a conciliação de outra atividade. Por outro lado, os profissionais liberais e autônomos ou os empresários que vivem de gerir diferentes negócios podem dispor do tempo para se dedicarem a outro projeto”, exemplifica.

Sucesso

A fonoaudióloga Daniela Shayeb superou os obstáculos que se colocam no caminho de alguém que trabalha para uma empresa e empreende ao mesmo tempo. Inaugurou em dezembro de 2007 uma franquia da empresa de nuts glaceadas (como nozes, amêndoas, avelãs e castanhas) Nutty Bavarian, em um shopping de Bauru, no interior paulista, conciliando suas atividades com a atuação em um hospital da região.

“Quando comecei a trabalhar na área de saúde, sempre quis fazer outras atividades fora do hospital. Tentei outros caminhos, outras empresas e acabou não dando certo. Quando tive a oportunidade de tirar férias, estudei e instalei a franquia da Nutty Bavarian, usando o mês para compreender o funcionamento, o sistema para compra de insumos, atendimento a clientes e gestão operacional”, conta.

A opção por franquia se deu pela falta de conhecimento específico sobre gestão de empresas. A partir da replicação de um modelo já conhecido, Daniela conseguiu com mais facilidade o know-how da área e o conhecimento para implantar o negócio.

O início não foi fácil, lembra a franqueada. “Mesmo depois do treinamento inicial, haviam alguns problemas. As funcionárias me ligavam muito ao longo do dia com problemas relacionados a clientes, custos, eu tinha que resolver de alguma forma. A medida que o tempo foi passando, e a equipe se familiarizou com as rotinas, a situação foi ficando mais controlada”, lembra Daniela.

Hoje, Daniela consegue conciliar as duas realidades profissionais, que, admite, consomem grande parte do seu tempo. “Mas é extremamente enriquecedor atuar nas duas áreas, porque estou como funcionária em uma instituição e como chefe do outro lado. São experiências que, embora sejam bem diferentes, me proporcionam um grande aprendizado e várias lições sobre administração, rotinas e, principalmente, pessoas”, valoriza.

Comunicação

Ao mergulhar em uma nova atividade, a fonoaudióloga optou por não omitir informações no hospital em que atuava, mas também não compartilhou as informações. “Como consegui administrar minha função dentro do hospital, não precisei me preocupar em negociar com o hospital a condição de manter a empresa paralelamente. Minha dica a quem quer fazer o mesmo é buscar o ponto de equilíbrio para não comprometer a atuação dentro da organização”, sugere.

Meiry Kamia recomenda o uso do bom senso para administrar a situação. “Existe uma questão ética, além do próprio tempo de dedicação que o empreendimento vai tomar do funcionário. É necessário se estruturar, organizar, assumir os riscos e ter sempre em mente o principal foco”, ressalta.

Fonte: Administradores

Reforma tributária elevará limite a pequenas empresas

Brasil Econômico

Propostas do governo podem subir o teto de faturamento e incluir mecanismo de aumento anual automático desse patamar.

Os quatro projetos de lei que vão compor a Reforma Tributária que a presidente Dilma Rousseff pretende fazer neste seu início de governo devem ser encaminhados ao Congresso Nacional em maio. O relato foi feito pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, a parlamentares durante um jantar com as lideranças políticas.

"Será uma mudança levemente neutra e um pouco progressiva", avalia um dos participantes da reunião. "Um tanto limitada para o que o Brasil precisa."

Passadas as medidas mais urgentes - as chamadas apaga-incêndio - para conter a pressão mais forte da apreciação cambial, a equipe de técnicos da Fazenda, capitaneadas pelo secretário-executivo, Nelson Barbosa, se debruça agora sobre as propostas tributárias que estão em estudo. A ideia é atingir quatro planos: as micro e pequenas empresas (MPEs), os investimentos, a folha de pagamentos e a questão federativa.

Segundo relato de deputados, Barbosa se comprometeu a estudar a ampliação do limite de faturamento para o ingresso das MPEs nos sistema de tributação Simples - seja o Nacional ou o Super Simples, que envolve os tributos das três esferas de governo. A mudança pode ser incorporada ao projeto de lei nº 591/10, que tramita no Congresso Nacional, e que já eleva o limite de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões.

Além disso, esse novo enquadramento poderia ter, assim como o Executivo fez com o salário mínimo e a tabela do Imposto de Renda (IR), um aumento anual automático. Com isso, mais empresas vão conseguir participar a cada ano do sistema simplificado para o pagamento de impostos.

Ainda é pouco

As mudanças que serão feitas vão na direção certa, mas ainda estão aquém daquilo necessário para desafogar o setor produtivo e, por consequencia, os consumidores. Afinal, com uma carga alta, sistema complexo, burocrático e com cobranças indiretas, o preço dos produtos no Brasil é, comparativamente, a outros países, mais caro.

A tributação direta com o IR e sobre a propriedade é, proporcionalmente muito menor do que em outros países. Por outro lado, o sistema que privilegia a cobrança de forma indireta é muito maior. É mais fácil de arrecadar, menos transparente e pesa sobre o consumidor em todos os produtos, do arroz aos perfumes.

"Os que incidem sobre energia elétrica e comunicações são os mais fáceis de cobrar. Só que isso entra no custo das empresas, que repassam para o preço", ressalta o gerente de política econômica da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Flavio Castelo Branco, para quem é preciso um sistema que não cause distorções e não apenas uma coletoria.

"O Simples é uma beleza porque consegue evitar o inferno do outro sistema. Então é porque o outro sistema é muito ruim, não é?", questiona. O executivo lembra que as regras do IR para a pessoa física atualmente hoje no Brasil são muito mais simplificadas.

"Essa simplificação não alcançou o setor produtivo e toda complexidade tem um custo monetário", diz. Segundo Castelo Branco, aqui no país uma empresa tem dez vezes mais pessoas para cuidar da parte tributária do que nos Estados Unidos.


Fonte: Fenacon